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peripécias de zurique

peripécias de zurique

Isto de falar do Natal quase um mês depois...

O meu Natal foi, claro está, no meu cantinho à beira-mar plantado. Empanturrei-me do que é bom e que só em Portugal encontro, sempre às escondidas do maldito monstro da balança. E abracei a família e os amigos tantas vezes quantas quis durante a quadra natalícia.
E apesar de ser cada vez mais difícil de regressar, principalmente depois de duas semanas em casa, na minha verdadeira casa, não posso deixar de pensar no quão priviligiada sou. Uma grande parte dos meus amigos desterrados por esse mundo fora, e outra grande parte dos que fiz aqui não conseguiram, mais uma vez, ir passar o Natal a casa.
Com mais ou menos esforço, consigo ir a Portugal a cada 3 meses, mais coisa menos coisa. Trabalho que me desunho, é verdade, mas sou largamente compensada pela oportunidade de passar mais tempo com os meus, do que a maioria das pessoas que hoje em dia saem de Portugal.
Quanto ao ano que passou, foi feliz. E eu também. Começou logo bem com a chegada de um membro muito especial à minha família portuguesa. Os meus pais precisavam urgentemente de alguém para lhes ocupar os dias que ficaram mais vazios desde que vim embora. E a chegada da melhor cadela do mundo trouxe uma lufada de ar fresco (ou será um tufão?) àquela casa.
Viajei menos que o habitual, fiz alguns amigos novos e consolidei os velhinhos, que há tantos anos conservo. Trabalhei mais do que nunca e vi o meu esforço ser apreciado. Assisti à realização profissional de pessoas que amo, ao milagre da vida, e à vitória do amor.
Continua a ser difícil estar longe e regressar com o coração cada vez mais apertado. Os sorrisos da chegada são substituidos demasiado rapidamente pelas lágrimas da partida. Mas num balanço geral, continua a valer a pena.

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